domingo, 10 de julho de 2011
Domingo 10/07 - LEO MAGALHAES, ITALO E RENNO, GERALDIN LINS E AMIGOS SERTANEJOS.
Segunda 11/07 - SORRISO MAROTO, DORGIVAL DANTAS E MALA MANSA.
Terça 12/07 - POUCA VOGAL, AXE MEU REI.
Quarta 13/07 - EXALTASAMBA, MAGNIFICOS, FORRO DA XETA E FORRO DE LUXO.
Quinta 14/07 - ASA DE AGUIA, FORRÓ DI TAIPA, CURTIÇAO E FURACÃO DO FORRÓ.
Sexta 15/07 - AVIOES, FORRÓ DO MUIDO, SOLTEIROS E KOKITEL DO FORRÓ.
Sabado 16/07 - GAROTA, CAPIM CUBANO, CALYPSON, ALA URSA.
Domingo 17/07 - BRUNO E MARRONE, ARREIO DE OURO E FORRO DA PEGAÇAO.
Local - Parque de Exposições - Crato-CE.
Realização - RBA Promoções e Eventos e Luan Promoções.
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Existem muitas etapas que precisam ser vencidas para que uma empresa possa triunfar nessa aldeia de competitividade global, onde o bom parece não ser mais tolerado, o ótimo é obrigação e o encantar, a maior cobiça. Mas, afinal de contas, diante destas necessidades, o que faz uma empresa ser grande? Sua estrutura física? O tamanho do investimento financeiro? O capital humano que ela possui? Encontrar respostas para essas e muitas outras perguntas é apenas o começo para as organizações cujo foco é prosperar.
"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e de repente você estará fazendo o impossível".
Qual será o verdadeiro diferencial competitivo das organizações vencedoras, as quais conseguem encantar os clientes e elevar a força de vendas a patamares que as blindam de concorrentes menos atentos?
Alguns fatores também podem elevar a satisfação dos funcionários nos seus locais de trabalho, tais como:
1. É preciso gostar do que faz, porque trabalho é prazer;
2. Procurar entender o porquê você está onde está;
3. Procurar planejar no início do dia as prioridades a serem cumpridas, pois com planejamento os serviços serão concluídos e no final do dia a sua auto-estima ficará em alta;
4. Estabelecer limite para as horas de trabalho e se manter fiel a elas;
5. Antes de iniciar serviços mais longos, que exijam que se trabalhe até mais tarde. se não forem iniciados cedo, pergunta-se se esta tarefa não poderia ser concluída no dia seguinte, durante o expediente, de forma mais eficaz
6. Reconhecer os seus potenciais, limitações, pontos fortes e fracos, pois não existem perfeições;
7. Ser simpático com as pessoas;
8. Aprender e se aperfeiçoar nas atividades, pois o mundo muda rapidamente e o que é bom hoje, amanhã já não pode ser mais;
9. Colocar em prática o que aprendeu. De nada adianta fazer cursos e ir em eventos se isto não lhe traz resultados práticos;
10. Pensamento positivo, sempre. Quem é pessimista nunca conseguirá crescer como ser humano pelo fato de reagir negativamente a qualquer coisa nova;
11. Aprender a dizer “não” para não ultrapassar os limites;
12. Acostume-se a vencer as crises e a superá-las;
13. Realizar cada tarefa como se fosse a última coisa a se fazer na vida: “Ponha toda a tua alma, todo o teu ser e toda a tua vida no ato que estás praticando” (princípio Zen).
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/52255/1/Dicas-de-como-melhorar-a-qualidade-de-vida-no-trabalho/pagina1.html#ixzz1MfKy4ESh
sexta-feira, 3 de junho de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
NE tem 9,6 milhões em situação de pobreza extrema
Em todo o País, 8,5% da população encontra-se abaixo da linha da pobreza extrema e as mulheres ultrapassam os homens na situação. O Maranhão tem o maior número relativo de pessoas nessa linha: 25,7%
O número de mulheres vivendo em extrema pobreza é maior que o de homens, correspondendo a 59% do total (Foto: GEORGIA SANTIAGO, EM 26/10/2010) Mais de 9,6 milhões de pessoas do Nordeste vivem hoje com renda mensal de até R$ 70, valor limite da linha da pobreza extrema traçada pelo Governo federal. O número de mulheres sob a extrema pobreza é maior que o de homens. Elas correspondem a 59% dos 16.267.197 de brasileiros que deverão ser atendidos pelo programa Brasil sem Miséria.
Os dados preliminares foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), uma semana depois do anúncio da nova linha de pobreza extrema, divulgada pela ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, na semana passada.
De acordo com o IBGE, 8,5% da população do País encontra-se abaixo dessa linha. A Bahia é o Estado com maior número absoluto de beneficiários do programa. Mais de 2,4 milhões dos mais de 14 milhões de habitantes do Estado: 17% do total, vivem em situação de extrema pobreza. Também está no Nordeste o Estado com maior número relativo de futuros participantes do programa: no Maranhão, 25,7% da população total encontra-se abaixo da linha da pobreza extrema traçada pelo Governo.
A extrema pobreza atinge 18,3% da população do Norte e 18,1% do Nordeste. No outro extremo, os dados do IBGE mostram que apenas 2,6% dos que moram no Sul sobrevivem com até R$ 70 e, portanto, atendem os critérios do programa Brasil sem Miséria. No Sudeste, 3,3% da população poderá se beneficiar da transferência de renda, e 3,9% dos moradores do Centro-Oeste também se encontram na mesma situação de miséria.
Em São Paulo, o Estado mais populoso do País, um milhão de pessoas poderão ter acesso ao programa, o que representa 2,6% dos 41 milhões de paulistas. O Estado com menor porcentagem de pessoas vivendo em situação de extrema pobreza é Santa Catarina, onde apenas 1,6% dos 6,2 milhões de habitantes vivem com renda mensal de até R$ 70. Atrás dele vem o Distrito Federal, com 46 mil dos 2,5 milhões de habitantes incluídos no cálculo.
O maior número de pessoas em situação de extrema pobreza no Brasil é da cor parda, com 10,054 milhões. Elas representam 62% de um universo composto por 16,2 milhões de habitantes, 8,5% da população brasileira atual de 190,7 milhões. Em seguida, na divisão por cor estão: brancos, 4,250 milhões; pretos, 1,456 milhões; índios, 326.386; amarelos, 178.853; e 39 pessoas não declararam cor.
Novos critérios
No dia 3 deste mês, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome divulgou novos critérios para o índice da linha da pobreza. Para se constatar a extrema pobreza, foram cruzados diferentes dados do Censo 2010 preparado pelo IBGE.
A pesquisa revelou que, pela primeira vez, o percentual de brasileiros que se declararam brancos caiu abaixo da metade: 47,7%. Mais pessoas passaram a se declarar pretas, 7,6%; e pardas, 43,1%; ao IBGE. Juntas, representam 50,7% da população. (das agências de notícias)
O quê
ENTENDA A NOTÍCIA
Segundo o IBGE, a população brasileira cresceu quase 20 vezes de 1872 - quando foi realizado o primeiro censo demográfico do país- até 2010. O número de habitantes do país saltou de 9.930.478 para 190.755.799.
Fonte: O POVO Online/OPOVO/Brasil
sexta-feira, 13 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
Mapa das entrevistas
Publicado em 1 de maio de 2011
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Não esqueça que esta é a oportunidade de mostrar suas qualidades, sua personalidade e impressionar o entrevistador. Seja natural e verdadeiro
Com pesquisas de conceituada empresa de recursos humanos, com um universo de quase 2.000 executivos em posição de entrevistar e contratar em todo o País, podemos tirar conclusões importantes para quem se prepara para encarar um entrevista. A pesquisa aponta como pensa o entrevistador e as regras para ser contratado.
Aparência
Homens - Os respondentes preferem entrevistar candidatos que usem terno azul marinho (67,1%), sem barba e sem bigode (90%) e com cabelos curtos (99,8%).
Mulheres - A maneira formal é a preferida para as executivas do sexo feminino. O tailleur é a roupa considerada mais adequada para uma entrevista de emprego, com maquiagem leve e cabelos curtos.
Restrições
Os entrevistadores têm objeção em relação a fumantes (76,8%), obesos (73,3%), mulheres com filhos pequenos (62,6%), profissionais que ficam menos de 2 anos no emprego (93,8%), profissionais que têm um negócio próprio paralelo (87,6%). profissionais que estudam à noite (31,6%), profissionais que estão deixando um negócio próprio (48,4%), consultores independentes (61,4%), desempregados há mais de seis meses (50,4%), profissionais que lecionam no período noturno (41,9%), profissionais na faixa etária entre 45 e 49 anos (41,7%), profissionais na faixa etária entre 50 e 55 anos (66,2%), entre 55 e 59 anos (82,2%) e acima de 60 anos (90,9%).
Testes
Como complementação da entrevista ou até previamente à entrevista, para pré-seleção dos candidatos que serão entrevistados, as empresas têm utilizado testes de inteligência, personalidade ou aptidão em 27,3% dos casos.
A avaliação grafológica é utilizada em 12,5% dos casos.
Os resultados dos testes de personalidade são levados em consideração em 82% dos casos, os de nível em 76% e os grafológicos em 47% de todos os casos.
Dinâmica de grupo
São utilizadas as técnicas de dinâmica de grupo, mais intensamente, para definir a contratação de executivos de alta gerência: em 49% dos casos.
Contratação
Os processos de contratação de executivos têm duração, em média, de três a quatro semanas a partir do primeiro contato da empresa com o candidato até o oferecimento do trabalho.
Número de entrevistas
Os candidatos são entrevistados, em média, entre 2 e 3 vezes antes de receber uma oferta.
DICAS
Respire profunda e lentamente antes e durante a conversa;
Responda às perguntas com calma e sem pressa;
Fale em tom normal, nem baixo, nem alto demais;
Pergunte sempre que não entender alguma coisa;
Seja racional, evite misturar emoção à conversa.
quinta-feira, 28 de abril de 2011

Publicado em 28/04/2011 - 15:27 por Camila Marcelo Comentar
Categorias: - CURSOS
A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) disponibiliza, gratuitamente em seu site, o curso virtual sobre o Modelo de Excelência da Gestão (MEG).
O programa é destinado a iniciantes e interessados na capacitação e implementação do MEG, o curso tem como objetivos proporcionar um primeiro contato do profissional com o estudo de práticas de melhorias de gestão, enfatizar a importância deste aprendizado e apresentar os resultados alcançados por quem adota os Critérios de Excelência.
O curso aborda, entre outras questões, a origem do MEG, os prêmios criados para avaliar e reconhecer as empresas com melhor desempenho na gestão, além dos benefícios conquistados por quem utiliza o modelo.
O treinamento está disponível no site http://www.fnq.org.br/site/458/default.aspx
quarta-feira, 27 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Pobres não são petistas, são governistas´
Pobres não são petistas, são governistas´ diz Cesar Zucco
Em 18/04/2011 às 07:26mailto:cearaferros@bol.com.br
O Bolsa Família tem efeito eleitoral "muito grande", mas favoreceu mais Luiz Inácio Lula da Silva em 2006 que Dilma Rousseff em 2010. O programa é bem avaliado por todas as classes sociais, e essa imagem positiva tem pouco a ver com a exigência de contrapartidas dos beneficiários. As afirmações, feitas em artigos publicados recentemente ou ainda inéditos, são do cientista político Cesar Zucco, brasileiro que leciona na Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Não são meras opiniões ou palpites, mas constatações embasadas em pesquisas de opinião ou estudos estatísticos sobre a correlação entre programas sociais e tendência de voto. Zucco é um dos coordenadores de uma equipe que, com apoio do Banco Mundial, promoveu três rodadas de pesquisa de opinião sobre programas sociais em 2010 - a última delas ouviu 1.221 pessoas em 16 Estados. Ele também cruzou dados das eleições com os da cobertura do Bolsa Família em cada município. Constatou que, em 2006 e em 2010, quanto maior o porcentual da população atendida pelo programa em municípios de perfil semelhante, maior a probabilidade de voto no candidato do PT. Mas adverte: não há evidências de que os mais pobres tenham aderido ao partido. "O povão é governista." Os estudos do pesquisador também apontam que os brasileiros não se incomodam com o caráter assistencialista do Bolsa Família. Para ele, isso indica que os brasileiros não se importam tanto com as chamadas "portas de saída", enfatizadas no discurso de setores da oposição.
Quais são os principais resultados de suas pesquisas sobre o Bolsa Família?
O apoio do público em geral ao Bolsa Família e a outros programas desse tipo é alto, e não varia muito com o nível de renda - o que me surpreendeu, porque eu imaginaria uma variação maior entre os mais pobres e os mais ricos. Há mais apoio ao Bolsa Família e ao Benefício de Prestação Continuada (BPC, que garante o pagamento de um salário mínimo a idosos sem fonte de renda) que a pensões e Seguro Desemprego - programas menos redistributivos e que beneficiam os mais ricos.
Por que isso acontece?
Trabalho com duas possíveis explicações: a primeira é que a gestão razoavelmente competente de um programa complexo contribui para a boa imagem do governo; e a segunda é que pode ser simplesmente uma aceitação de que esses programas são "justos", no sentido de que favorecem aqueles que mais precisam. Existem outras possibilidades, como a existência de condicionalidades (contrapartidas como a frequência escolar dos filhos, por exemplo). Dos programas que estudamos, o Bolsa Família é o único que impõe condicionalidades e é o que tem mais aceitação. Mas um resultado preliminar mostra que não parece ser esta a causa - e as condicionalidades eram a hipótese mais forte. Um dos argumentos apresentados na década de 90 pelo Banco Mundial era justamente de que as condicionalidades tornariam o programa mais aceitável para quem paga por ele. Mas achamos poucas evidências disso.
As condicionalidades não ajudam a explicar o apoio ao BPC, não é? Afinal, o programa não impõe condições aos beneficiados.
Precisamente. São resultados preliminares, mas o principal fator parece ser o público alvo de cada programa. Quando você diz que esse é um programa que beneficia primordialmente crianças de famílias pobres - e idosos pobres, no caso do BPC -, as pessoas tendem a achar que ele deve ser feito. Dentro desta explicação, há ainda duas possibilidades: as pessoas podem achar que é uma coisa justa, ou o apoio pode ser explicado por estes programas serem relativamente baratos - bem mais baratos que a Previdência, por exemplo.
Por que o senhor afirma que os resultados são preliminares?
Eu e mais cinco professores conduzimos uma pesquisa nacional no ano passado que, por três vezes, entrevistou um grupo de pessoas - em março, agosto e dezembro. Para medir a variação do apoio em função das condicionalidades, fizemos, na última etapa do estudo, uma pergunta sobre o Bolsa Família. Em metade dos questionários, a pergunta não falava em condicionalidades. Na outra metade, a questão enfatizava o fato de que, para receber o Bolsa Família, os pais precisam manter as crianças na escola. Os resultados mostram que não há variação no apoio ao programa nos dois grupos. Por um lado, pode-se argumentar contra o experimento, afirmando que as pessoas já sabem bastante sobre o Bolsa Família e enfatizar as condicionalidades não faz diferença. Por outro lado, o único grupo em que há variação é entre quem recebe mais de cinco salários mínimos - ou seja, as pessoas que tendem a ser mais bem informadas.
Estes resultados enfraquecem as críticas ao Bolsa Família e o enfoque na necessidade de haver "portas de saída"?
As críticas ao Bolsa Família têm mudado com o tempo. Num primeiro momento, criticava-se o suposto assistencialismo. Num segundo momento, passou-se a se criticar fraudes na seleção dos beneficiados. E, por fim, à medida em que o governo resolvia os problemas apontados, tem início a discussão em torno das portas de saída. Acho totalmente legítimo discutirmos o assunto. Agora, ao que me consta por esse estudo, o apoio ao Bolsa Família é muito maior do que se esperava para um programa que tira dos ricos para dar para os mais pobres. Isso indicaria que não cola o discurso da oposição de que o programa seria assistencialista ou de que os beneficiados não são merecedores.
No seu estudo, o senhor afirma que o Bolsa Família pode enfraquecer o clientelismo.
Programas de distribuição de renda foram implementados em vários países da América Latina. Em alguns casos, como na Argentina, eles são apenas clientelismo com um nome diferente. Mas em outros, como no Brasil, no Chile e no México, são realmente novos paradigmas - e quando estão livres da barganha por votos podem, sim, enfraquecer o clientelismo a médio e longo prazo.
O senhor se surpreendeu com a correlação entre o recebimento do Bolsa Família e a tendência de votar no candidato governista nas eleições presidenciais?
O efeito é muito grande. Em 2002 (quando o governo federal distribuía o Bolsa Escola), existiu um efeito pró-Serra. Desde então, existiu um efeito pró-Lula em 2006 e pró-Dilma no ano passado. Nas últimas eleições, já havia uma propensão de apoiar o governo, porque a economia estava indo bem. O fato de você encontrar uma propensão ainda maior entre quem recebe o Bolsa Família é surpreendente - o efeito é grande, porque você está passando do alto para o muito alto. Dizer se a correlação é alta ou baixa é sempre relativo, mas eu fiquei surpreso. Não é sempre que encontramos um resultado tão contundente.
Em artigo recente, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou que o PSDB não deve buscar seu eleitorado no "povão", porque ele já teria sido conquistado pelo PT. O senhor concorda?
No Brasil, e isso vem de muito antes do Bolsa Família, os pobre sempre votaram no governo - simplificando muito, é claro. Nesse sentido, a oposição sempre começa a ganhar terreno a partir da classe média e da classe média alta. Parte do problema é que a oposição tem mais dificuldade de atingir os mais pobres, enquanto o governo tem os programas sociais. Sob esse ponto de vista, o Fernando Henrique Cardoso está certo. Pense na história do PT, no caminho que o próprio PSDB fez e no MDB da década de 70: a oposição começa nas classes médias e vai comendo pelas beiradas até ganhar uma eleição e passar a ser o partido do povão. Por outro lado, não é evidente para mim que o povão seja petista. O povão é governista. O Bolsa Família (Bolsa Escola, na época) ajudou o governo quando o candidato governista era o José Serra, em 2002. Antes de mais nada, a oposição precisa se organizar. O PSDB não tem um núcleo duro ou organização partidária. O PT é o partido com o maior nível de identificação em todas as camadas da sociedade. É organizado para além do lulismo, com estrutura e núcleos de poder Estamos caminhando para um sistema de partido único e isso, em grande parte, é culpa dos outros partidos, que não conseguem se organizar. Assim teremos um partido e vários nanicos.
Fonte: Estadão.com.br













